quinta-feira, 11 de setembro de 2008

PHS - Partido Humanista da Solidariedade

O Partido Humanista da Solidariedade - PHS tem suas raízes ainda na década de 60, quando algumas das suas mais expressivas lideranças tiveram contato com o Pe. Fernando Bastos de Ávila que, na ocasião, publicou os livros "Neo-Capitalismo, Socialismo, Solidarismo" e "Solidarismo". Já naquela época, muitos companheiros sonharam em criar um partido solidarista para dar curso às idéias apresentadas naqueles livros, criando uma opção partidária para aqueles que não se conformavam com a inércia dos partidos então existentes frente às iniqüidades que perduram até hoje. Convencidos da necessidade de estruturar uma agremiação verdadeiramente empenhada em conduzir a bandeira da Doutrina Social Cristã e do Solidarismo, foi feita uma primeira tentativa de organização de um partido solidarista. Durante os anos de 1990 a 1992, os solidaristas empenharam-se em montar o antigo Partido do Solidarismo Libertadores - PSL. E, mesmo tendo realizado sua Convenção Nacional por convocação de nove Diretórios Regionais, conforme exigência da antiga Lei Orgânica dos Partidos Políticos, sua pretensão foi negada pelo TSE após dez longos meses de batalhas jurídicas, sob a alegação de descumprimento do prazo legal (o que contestamos até hoje...). Durante o período que vai do final de 1992 até o final de 1993, os solidaristas permaneceram “na moita”. Em dezembro de 1993, Philippe Guedon iniciou a reorganização do antigo grupo e publicou o primeiro número do Boletim do Partido Solidarista. Naquela época, o grande grupo estava disperso e só contava com seis integrantes. A convocação aos solidaristas dispersos funcionou como um toque de reunir e, já em janeiro de 1994, o grupo tinha sido ampliado para 36 companheiros, a maioria de Pernambuco. O ano de 1994 foi dedicado ao reagrupamento dos solidaristas. Em 19 de setembro de 1995, um dia antes da publicação da Lei 9096/95 (nova lei dos partidos políticos), o TSE concedeu o registro provisório ao PSN - Partido Solidarista Nacional. O PSN, assim, nasceu oficialmente em meio a um certo desencontro das leis que regem a criação e funcionamento dos partidos. No dia 16 de setembro de 1996, sem perder tempo, os solidaristas brasileiros deram entrada da documentação completa da Convenção do PSN no TSE. Com toda a trabalheira para organizar o PSN em todo o país, alguns companheiros ainda encontraram tempo para disputar as eleições municipais de 03 de outubro de 1996. Naquele pleito, o jovem PSN conseguiu alcançar a 19ª maior votação entre os partidos que atuam no país. Na Convenção Nacional, realizada no dia 24 de agosto de 1997, em Brasília, os delegados solidaristas decidiram alterar o nome do PSN. E, assim, de Partido Solidarista Nacional, o PSN passou a se chamar Partido da Solidariedade Nacional. Na Convenção Nacional de 29 de agosto de 1999, os solidaristas do PSN receberam os humanistas do PHDB – Partido Humanista Democrático do Brasil, que não tinha ainda registro definitivo, e o PSN passou a denominar-se PHD Brasil Solidariedade, nome que durou até a Convenção realizada em 9 de janeiro de 2000, quando o partido formalizou a denominação de PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE - PHS 31. Em 31 de maio de 2000, finalmente, o TSE aprovou e publicou a alteração do nome do PHS – PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE.


Fonte: PHS


quarta-feira, 10 de setembro de 2008

PTN - Partido Trabalhista Nacional

O Partido Trabalhista Nacional (PTN) é um partido político brasileiro, fundado por Romeu Campos Vidal em 1945, e por dissidentes do PTB, como Hugo Borghi. Teve alguma expressão no Estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Guanabara. Em 1960 lançou o candidato vitorioso à presidência, Jânio Quadros. Foi extinto pelo Regime Militar, por intermédio do Ato Institucional Número Dois - o AI-2, de 27 de outubro de 1965. O PTN foi refundado em maio de 1995, ganhando o registro provisório no mesmo ano; no ano seguinte já obteve o registro definitivo da legenda, tendo sido dirigido pelo ex-deputado petebista Dorival Maschi de Abreu;após o falecimento de Dorival, seu irmão, o também ex-deputado federal paulista José de Abreu dirige a legenda. Nas eleições presidenciais de 1998 lançou como candidata a presidência a Secretária Geral da legenda, a paulista Thereza Ruiz, que obteve votação superior a 100 mil votos.


Fonte: Wikipédia




terça-feira, 9 de setembro de 2008

PTC - Partido Trabalhista Cristão

O Partido obteve registro definitivo em 22 de fevereiro de 1990

Foi criado após a redemocratização do Brasil, com o fim do Regime Militar, em 1985, sob o nome de Partido da Juventude (PJ), havendo participado com esta denominação das eleições de 1985, 86 e 88 e posteriormente, no início de 1989 foi renomeado como Partido da Reconstrução Nacional (PRN), sempre presidido pelo advogado Daniel Tourinho, ex-PDT.
A bandeira política do partido, desde sua criação, tem sido o liberalismo e, portanto, a economia de mercado e o livre comércio, sendo visto como um partido de direita ou centro-direita no espectro político. Apesar de pequeno, lançou e elegeu Fernando Collor de Mello como candidato à presidência da República nas eleições diretas de 1989, acompanhado de outro filiado, no caso o senador de Minas Gerais Itmar Franco, que foi eleito vice-presidente e assumiu a presidência, implantando o Plano Real.

Depois de ter eleito menos de 20 prefeitos e um igualmente baixo número de vereadores nas eleições de 1996, repetindo o resultado em 1998, o partido muda novamente de nome para Partido Trabalhista Cristão (PTC) em 2000, colhendo melhores resultados desde então.


Fonte: Blog da Presidenta do partido no Pará


sexta-feira, 5 de setembro de 2008

PDT - Partido Democrático Trabalhista



O PDT foi fundado por Leonel Brizola, no exílio, em Lisboa, em 1979, mas sua herança histórica vem da Revolução de 30, com Getúlio Vargas, e depois João Goulart. O PDT - Partido Democrático Trabalhista - surgiu em 17 de junho de 1979, em Lisboa, fruto do Encontro dos Trabalhistas no Brasil com os Trabalhistas no Exílio, liderados por Leonel Brizola. Seu objetivo era reavivar o PTB, Partido Trabalhista Brasileiro, criado por Getúlio Vargas e presidido por João Goulart, e proscrito pelo Golpe de 1964. Desse encontro, ao qual esteve presente o líder português Mário Soares, representando a Internacional Socialista, saiu a Carta de Lisboa, que definiu as bases do novo partido. "O novo Trabalhismo" - dizia o documento - "contempla a propriedade privada condicionando seu uso às exigências do bem-estar social. Defende a intervenção do Estado na economia, mas como poder normativo, uma proposta sindical baseada na liberdade e na autonomia sindicais e uma sociedade socialista e democrática.

Uma manobra jurídica, patrocinada pela ditadura, no entanto, conferiu a sigla a um grupo de aventureiros e adesistas, que se aliou às elites dominantes, voltando-se contra os interesses dos trabalhadores. Leonel Brizola, depois de 15 anos de desterro, Doutel de Andrade, Darcy Ribeiro e outros trabalhistas históricos já tinham retornado ao Brasil, quando a Justiça Eleitoral entregou, em 12 de maio de 1980, o PTB àquele grupo, ironicamente encabeçado por Cândida Ivete Vargas Tatsch, uma sobrinha em segundo grau de Getúlio. "Consumou-se o esbulho", denunciou Brizola, chorando e rasgando diante da televisão um papel sobre o qual escrevera aquelas três letras, que durante tanto tempo simbolizara as lutas sociais no Brasil.

"Uma sórdida manobra governamental " - disse ele - "conseguiu usurpar
a nossa sigla para entregá-la a um pequeno grupo de subservientes ao poder... O objetivo dessa trama é impedir a formação de um partido popular e converter o PTB em instrumento de engodo para as classes trabalhadoras". Uma semana depois, nos dias 17 e 18 de maio, os trabalhistas autênticos reuniam-se no Palácio Tiradentes, sede da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, para o Encontro Nacional dos Trabalhistas, que, contou com a participação de mais de mil pessoas. Lá foi anunciada a adoção de uma nova sigla para o partido - PDT. No dia 25 de maio, outra reunião, na ABI, Associação Brasileira de Imprensa, na Cinelândia, aprovou o programa, o manifesto e os estatutos do Partido Democrático Trabalhista.

O autoritarismo, ainda vigente, baixou normas draconianas para favorecer o partido do poder - PDS, antiga Arena, hoje PPB - e restringir brutalmente os partidos de oposição. Não obstante, na primeira eleição democrática de 1982, o PDT elege Brizola governador do Rio de Janeiro, dois senadores - um no Rio e outro em Brasília -, 24 deputados federais, credenciando-se como uma das principais forças políticas do país.

O surto neoliberal que se abateria sobre o mundo, a partir dali, entretanto, retardaria a ascensão do Partido ao poder nacional, que agora assiste de camarote ao desmonte desse sistema cruel e desumano, credenciando-se como a única alternativa popular no Brasil do fim do século. Em 1989, o PDT era escolhido como o único membro da Internacional Socialista no Brasil e seu líder, Leonel Brizola, eleito um dos vice-presidentes daquele organismo, com sede em Londres, que reúne os principais movimentos populares do mundo.

Fonte: PDT - Uma proposta para o Brasil




quinta-feira, 4 de setembro de 2008

PTB - Partido Trabalhista Brasileiro

O PTB, que foi fundado em 15 de maio de 1945, por Getúlio Vargas, surgiu como principal resposta aos anseios da população por um sistema político que, não obstante a necessidade de captação de recursos externos, privilegiasse o capital nacional e desse garantias ao trabalhador através de uma legislação regulamentadora de seus direitos. Ao mesmo tempo em que o país se democratizava, partia para a implantação de grandes projetos industriais de base que modificariam sua própria face. O PTB nasce nesse momento, junto com uma nova Constituição, a de 1946, e coloca como fundamento a ênfase especial na valorização da força de trabalho. Foi durante o governo de Vargas que se consolidaram as organizações sindicais, inclusive com a instalação efetiva da Justiça do Trabalho, e foi também ele, Vargas, quem defendeu o direito de greve, o direito de livre associação sindical, criou as férias remuneradas e o descanso semanal, a carteira de trabalho. Criou-se então a Previdência Social, fez-se a CLT e foram conquistados o aviso prévio e indenizações por tempo de serviço.

E foi, ainda, no governo Vargas, que a mulher conquistou o direito ao voto (1932). A Consolidação das Leis do Trabalho é sem dúvida, a principal herança getulista. Desde a morte de Getúlio Vargas, há mais de 40 anos, nenhum projeto governamental de caráter eminentemente popular foi elaborado e levado a efeito.

Foi o PTB que liderou a resistência ao golpe de 31 de março de 1964, quando ocupava o poder um de seus mais ilustres filiados o então Presidente João Goulart e, foi, por conseqüência a agremiação partidária que mais sofreu com o êxito militar de 64. Os quadros petebistas foram praticamente dizimados, mas apesar de proscrito pelo governo da ditadura entre 1965 e 1980, o PTB permaneceu presente na memória popular, como demonstraram várias pesquisas de opinião da época e, com a redemocratização das instituições, a partir do bipartidarismo (Arena e MDB) e o advento da Lei de Anistia, Ivete Vargas, reconquistados seus direitos políticos, aceitou a contenda pela condução do PTB frente ao ex-Governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, finalmente logrando êxito na luta judicial, em 1980. Brizola, derrotado por decisão judicial, fundou um partido à sua imagem, o PDT.

O PTB, presente em todo o país, através de seus parlamentares, ajuda a preparar a atual Constituição (promulgada em outubro de 1988) para que o Brasil consolide sua posição de nação industrializada, garantindo uma distribuição de renda mais justa, integrando-se aos principais blocos mercantis do planeta.

O PTB criou também a Fundação Instituto Getúlio Vargas, idealizada por Gastone Righi e que tem por objetivo constituir-se no centro de estudos políticos do Partido.

Recentemente, o PTB incorporou o Partido Social Democrático - PSD (dezembro de 2002), outro partido criado por seguidores de Vargas e que se destacou por conduzir o processo de modernização nacional, através do governo do Presidente J.K.. Juntamente com o PSD, uniram-se ao PTB legendas da política de São Paulo e Nacional.

O PTB, foi e é um Partido reformista e de vanguarda, no sentido de estar à frente de seu próprio tempo.

Hoje o PTB representa as bases sólidas de respeito à classe trabalhadora, e o instrumento para o desenvolvimento econômico e justiça social, sendo um Partido que, lastreado em uma história de pujante crescimento e conquistas, guarda a memória de sua ideologia com a mesma fidelidade com que, a cada dia, busca o engrandecimento, modernização e aperfeiçoamento para atuação política e social de valorização ao trabalhador em todo o País.


Fonte: História PTB

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

PSB - Partido Socialista Brasileiro

1947 - A segunda convenção do Partido da Esquerda Democrática resolveu pela sua transformação em Partido Socialista Brasileiro. A estrutura partidária, discutida e implantada em vários estados,
contém uma novidade: os grupos de base, dos quais deve subir, às instâncias dirigentes, o reflexo do pensamento partidário. Os anos 50 marcaram um momento de grande crescimento econômico e, ao mesmo tempo, de participação política no país. O PSB rompeu definitivamente com a UDN, que passou a ser totalmente dominada pela direita.

O PSB realizou alianças com partidos como PCB e PTB, que levaram a um crescimento eleitoral no parlamento e em administrações municipais e estaduais.

1952 - Pelópidas da Silveira foi eleito prefeito do Recife. Estreou as audiências coletivas quinzenais, o­nde o prefeito discutia com o povo a solução dos problemas.

1953 - Greve dos 300 mil, que mobilizou trabalhadores têxteis, metalúrgicos, marceneiros, carpinteiros e gráficos em São Paulo.

1962 - Miguel Arraes foi eleito governador de Pernambuco. Foi realizada distribuição da terra e combate ao analfabetismo, com o projeto em que despontou Paulo Freire.

1962-64 - Com a renúncia de Jânio Quadros e a tentativa dos militares e setores conservadores de evitar a posse de João Goulart, o PSB ficou na linha de frente da defesa da legalidade. O então líder socialista na Câmara, Aurélio Viana, se pronunciou: "Nossa luta não é em torno de homens, mas de princípios, de idéias. A garantia de legalidade democrática é o primeiro princípio que nos deve unir a todos na Câmara, dos mais diversos partidos".

Com a posse de João Goulart e a implantação do parlamentarismo - sistema ao qual o PSB se opôs - e a busca popular por reformas de base, o PSB amplia sua atuação nas lutas sociais e sua participação nos espaços institucionais.

No movimento estudantil, a maior liderança do PSB era Altino Dantas. No movimento sindical urbano, era Remo Forli. Na luta pela reforma agrária, Francisco Julião.

1965 - O Partido Socialista Brasileiro foi extinto pela ditadura militar.

Atuando na Clandestinidade:

1965-1985 - durante o período da ditadura militar, Em nível partidário, os socialistas atuaram dentro do MDB e nos partidos de esquerda organizados na clandestinidade - assumindo às vezes o trabalho de base, outras vezes a luta armada. Participaram também de outros espaços de atuação política progressista e de mobilização popular, como as igrejas e as oposições sindicais.

1985 - Um manifesto encabeçado por antigos fundadores da Esquerda Democrática, de 1945 e do PSB, de 1947, solicita o pedido de reorganização do Partido.

Reestruturação do PSB:

Inicialmente no Rio de Janeiro, e depois em todo o Brasil, um grupo de socialistas reorganizou o PSB com a convicção política de que socialismo e liberdade são inseparáveis - não somente como objetivo último, mas também como estratégia e tática.

2003 - A Executiva do PSB decide pelo afastamento, de seus quadros, de Anthony Garotinho por assumir posturas contrárias ao programa socialista. Sua esposa, a governadora do Rio de Janeiro, Rosângela Matheus, também é desligada do Partido - que insiste em firmar sua posição socialista.

Hoje, o PSB tem três governadores estaduais, 3 senadores, 18 deputados federais, 58 deputados estaduais e 153 prefeitos.

Fonte: PSB/História



segunda-feira, 1 de setembro de 2008

PT do B - Partido Trabalhista do Brasil

Em meados de 1988/89 um grupo de jornalistas, empresários e líderes sindicais faziam reuniões de tempo em tempo, e viram que para que suas idéias e projetos fossem conhecidos pelos políticos teriam que ter mais força para expô-los então teve-se a grande proposta de "fundar um Partido Político", onde o ideologismo do grupo ganharia destaque junto à população e aos meios políticos. Foi aí que começou o árduo trabalho da constituição do PT do B, com viagens para todos os cantos do Brasil, onde era levado o PT do B em formação, devido a isso conseguiu-se primeiramente o registro provisório do partido em 1990 e a primeira eleição que o partido participou. Já em 1994/95 o PT do B conseguiu seu registro definitivo.

O PT do B hoje é um partido estruturado e com idéias inovadoras.



Fonte: PT do B/Bahia